A história do Maranhão é cheia de idas e vindas. Entre 1600 e o início do século XX o estado passou da pujança econômia propiciada pela exportação do algodão e arroz a hecatombe, segundo Rossini Corrêa (1993). A miopia da elite senhorial e sua elite intelectual, afeita ainda um idílico vice-reinado transtântico, só concebeu a república e sua intregração ao mundo espartano brasileiro ao ser reconhecida enquanto Atenas. Na concepção dos nosso gregos timbirenses, uma Atenas que se diferia do resto do Brasil ao ser reconhecida como tal. No presente, observamos que determinados setores da elite política e econômica do estado não aprendeu com os erros cometido no passado que levou o Maranhão de 4ª maior economia do Brasil a última no espaço sócio-econômico da nação, fruto da visão tosca e estática da elite timbirense, pois perderam o rumo da modernização capitalista e ficaram ainda ligados ao modo de produção arcaico baseado no escravismo, mesmo com posterior indústria, mas sem o folego n...
Este blog é a manifestação de ideias coletivas e individuais. Política, economia, sociedade, educação, tecnologioa, defesa nacional e questões de cunho ambiental etc serão tratados abertamente, e sem as escaramuças antidemocráticas da grande mídia.