Os EUA reuniram seus aliados nesta terça-feira (29) em Londres para obter maior respaldo à controvertida intervenção imperialista que lideram na Líbia sob a falsa bandeira da ONU. A conferência adiantou o objetivo do império: derrubar o líder do país, Muammar Kadafi. "Ele tem que sair", esbravejou a secretária de Estado da Casa Branca, Hillary Clinton. Ocorre que tal objetivo não tem nada a ver com a polêmica resolução aprovada pelo ONU, que prevê o estabelecimento de uma zona de exclusão aérea teoricamente para proteger civis. Mas a realidade dos bombardeios revela o contrário. A agressão imperialista já fez centenas de vítimas civis e até hospitais e escolas foram alvo das bombas “democráticas” e “humanitárias” do chamado Ocidente. Protesto russo A ação militar liderada pelos EUA e Otan constitui uma clara violação da resolução da ONU, conforme declarou nesta terça-feira (29), em Moscou, o ministro russo do Exterior, Serguei Lavrov. A Rússia exige explicações...
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