Obama eleva as apostas militares: Confrontação nas fronteiras com a China e a Rússia Depois de sofrer grandes derrotas militares e políticas em campos de batalha sangrentos no Afeganistão e no Iraque, de fracassar no apoio a antigos clientes no Iêmen, Egito e Tunísia e de testemunhar a desintegração de regimes fantoches na Somália e no Sudão do Sul, o regime nada aprendeu: Ao invés disso ele voltou-se rumo à maior confrontação militar com potências globais, nomeadamente a Rússia e a China. Obama adotou uma estratégia provocativa de ofensiva militar junto às fronteiras tanto da China como da Rússia. por James Petras A viragem do militarismo: Da periferia para a confrontação militar global A escalada da confrontação de Obama em relação à Rússia Entre realismo e ilusão: O realinhamento estratégico de Obama Conclusão Depois de sofrer grandes derrotas militares e políticas em campos de batalha sangrentos no Afeganistão e no Iraque, de fracassar no apoio a antigos clientes no Iêmen, ...
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